Oi, Pessoas do bem!
Vou novamente abordar o assunto sobre luzes que aparecem no céu, eventos que ocorrem que muitas pessoas insistem que é disco voador, ET, OVNIs, etc. Esta aqui é a segunda parte pois se vc não leu falo de outros fenômenos como bola de fogo no céu, estrelas que caem, etc rm outro assunto abordado aqui no blog. hoje vou falar de luzes que se movimentam a baixa altitude as vezes são vermelhas, verdes e amarelas ou alaranjadas. Já vi varias na minha cidade. Uma vez levei um grande susto estava andando de madrugada por uma rua deserta da cidade e de repente uns 200 metros de distancia de mim olho para o ceu e uma luz verde riscou uma parte do ceu deixando um rastro semelhante a um cometa, realmente para alguem disavisado seria uma sonda espacial, um disco voador querendo abduzir alguem. Qualquer um poderia associar isso a uma coisa do outro mundo, mas a explicação é simples, já cansei de ver isso aqui na minha cidade.
explicação: aqui há muitos morcegos e corujas que voam de noite, então quando os raios de luz dos postes refletem neles provocam este fenômeno, a impressão é que vc esta vendo uma luz que se movimenta no céu. E como o efeito é muito rápido o cerebro da pessoa encarrega que imaginar uma cor falsa para aquilo, geralmente o fenomeno das cores é muito simples, o nosso cerebro costuma completar aquilo que falta informação para ele, isto é bom, mas as vezes nos prega muitas peças e sustos. é o fenomeno da persistência visual. Então torna o acontecimento ainda mais fantastico, por isso é que quando mais de uma pessoa vê um fenomeno como este descreve de forma diferente, dizendo que era uma luz verde, vermelha, azul, amarela, azul etc, que tinha a forma de um charuto, bola, cometa etc. Voltando a explicação tudo não passa de corujas e morcegos inocentes que voam durante a noite sobre a cidade a procura de alimentos para sua sobrevivência. Espero que isso posso ajudar muitas pessoas com suas visões fantasticas. Qualquer dia fique ligado (a) aqui no nosso blog que falarei de outros fenômenos celestes que confundem muita gente mas que no fundo tem uma explicação simples e racional.
tradução de inglês técnico
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especialista em textos de medicina, com vários trabalhos publicados no exterior (área de parasitologia) – criptosporidium e giardia). desde 1992
além de medicina também atuo nas áreas de eletrônica, eletricidade, engenharia, etc
Atualmente estou cobrando R$5,00 (cinco reais) a página traduzida do inglês para o português e R$10,00 (dez reais) do português para o inglês. Por exemplo, se vc tiver 10 páginas para traduzir (10 x R$5,00 = R$50,00) OK. Estou no mercado de traduções técnicas desde 1990 e atualmente estou atingindo a incrível marca de 20 mil páginas traduzidas. Maiores informações entre em contato comigo. Obrigado.
terça-feira, 30 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Lô Borges em Alfenas no Quarteirão Cultural - Tradutor Técnico
Ontem foi um show sensacional, valeu a pena relembrar os grandes sucessos de Lô Borges. Sucessos como Clube da esquina, Clube da esquina 2, Trem azul, Paisagem na janela, e a recente 2 rios musica gravada pelo Skank. No meio do show ele teve que trocar de violão pois a corda arrebentou-se mas mesmo assim não interrompeu a apresentação. o que mais gostei foi que ele procurou tocar só as conhecidas, pois um artista como Lô Borges com mais de 35 anos de carreira certamente possui uma vasta coleção de musicas gravadas ao longo dos anos. Foi um show inesquecivel! havia muitas pessoas presentes e o prefeito Pompilio Canavez, vice prefeito Luizinho, e demais assinaram o decreto que instituia a esquina das ruas João Paulino damasceno e Pedro correia e proximidades da rua Arthur Bernardes como o mais novo espaço de cultura da cidade de Alfenas o "Quarteirão Cultural" e nesta oportunidade para brindar a população alfenense tivemos a grandiosa apresentação de LÔ Borges. Espero que a prefeitura continue a prestigiar estes eventos culturais como esse que trazem a boa musica popular brasileira ao alcance do grande publico e de certa forma é um grande oportunidade para quem não conhece possa conhecer. Segundo a constituição como todos os cidadãos tem direito a moradia, condições dignas de sobrevivência, emprego, lazer e as demais necessidades basicas, etc, a cultura tambem faz parte deste pacote do artigo quinto, assim a prefeitura levando gratuitamente a cultura ao povo com livre acesso a todos, esta exercendo um mandamento constitucional que reza a igualdade de todos perante a lei, direitos e deveres, e de cidadania quando são respeitadas as diretrizes expressas na constituição. Parabéns a prefeitura, quero agradecer desde a figura do prefeito Pompilio até o mais humilde servidor que possibilitaram a realização deste evento em nossa cidade, assim sendo deixo aqui minha sugestão, o próximo poderia ser Flavio Venturini!
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quinta-feira, 25 de junho de 2009
Michael Jackson - Tradutor Técnico
É o rei do POP se foi...deixou uma grande lacuna na musica
sai de cena aquele que imortalizou a dança, o clip e a musica
que brincou com monstros lobisomens e vampiros
sai de cena aquele que era acima de tudo criativo ao extremo
aquele que possuia um talento invejável
dia 25 de junho de 2009 vai ficar marcado pela morte do
grande idolo dos anos 80, MICHAEL JOSEPH JACKSON ou
simplesmente Michael Jackson. A noticia pegou todos nos de
surpresa, é dificil de acreditar mas infelizmente é verdade
em virtude de um ataque cardiaco sai de cena Michael
mas sua musica ficará eternizada
já parte deixando muitas saudades!
29 de agosto de 1958 - 25 de junho de 2009
Michael Joseph Jackson died at age 50 in Los Angeles on June 25, 2009. He spent a lifetime surprising people, in recent years largely because of a surreal personal life, lurid legal scandals, serial plastic surgeries and erratic public behavior that have turned him -- on his very best days -- into the butt of late-night talk-show jokes and tabloid headlines. But when his career began to take off nearly four decades ago as a member of the pop group the Jackson 5, fans and entertainment industry veterans recognized something else about the pint-size musical dynamo that was unusual: He was in possession of an outsize, mesmerizing talent.
The introduction to his Rock and Roll Hall of Fame entry seemed apt as a global audience followed reports of his hospitalization and then death:
"Michael Jackson is a singer, songwriter, dancer and celebrity icon with a vast catalog of hit records and countless awards to his credit. Beyond that, he has transfixed the world like few entertainers before or since. As a solo performer, he has enjoyed a level of superstardom previously known only to Elvis Presley, the Beatles and Frank Sinatra."
sai de cena aquele que imortalizou a dança, o clip e a musica
que brincou com monstros lobisomens e vampiros
sai de cena aquele que era acima de tudo criativo ao extremo
aquele que possuia um talento invejável
dia 25 de junho de 2009 vai ficar marcado pela morte do
grande idolo dos anos 80, MICHAEL JOSEPH JACKSON ou
simplesmente Michael Jackson. A noticia pegou todos nos de
surpresa, é dificil de acreditar mas infelizmente é verdade
em virtude de um ataque cardiaco sai de cena Michael
mas sua musica ficará eternizada
já parte deixando muitas saudades!
29 de agosto de 1958 - 25 de junho de 2009
Michael Joseph Jackson died at age 50 in Los Angeles on June 25, 2009. He spent a lifetime surprising people, in recent years largely because of a surreal personal life, lurid legal scandals, serial plastic surgeries and erratic public behavior that have turned him -- on his very best days -- into the butt of late-night talk-show jokes and tabloid headlines. But when his career began to take off nearly four decades ago as a member of the pop group the Jackson 5, fans and entertainment industry veterans recognized something else about the pint-size musical dynamo that was unusual: He was in possession of an outsize, mesmerizing talent.
The introduction to his Rock and Roll Hall of Fame entry seemed apt as a global audience followed reports of his hospitalization and then death:
"Michael Jackson is a singer, songwriter, dancer and celebrity icon with a vast catalog of hit records and countless awards to his credit. Beyond that, he has transfixed the world like few entertainers before or since. As a solo performer, he has enjoyed a level of superstardom previously known only to Elvis Presley, the Beatles and Frank Sinatra."
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Jerry Lewis ainda vive - Tradutor Técnico
Quem se lembra do grande ator, humorista e comediante Jerry Lewis?
Cresci assistindo seus filmes na sessão da tarde da Rede Globo. estes filmes passavam sempre nas férias e juntamente com os Trapalhões faziam a alegria da criançada. Em um tempo que não havia internet e o video game estava apenas engatinhando nos EUA(é claro que o Atari já existia), a opção era assistir TV. E a atração maior era os filmes de Jerry Lewis.. Havia outras atrações mas quero destacar hoje este grande ator que não pode ser esquecido. Para quem não conhece segue o texto da Wikipedia sobre ele:
Jerry Lewis, nome artístico de Joseph Levitch, (Newark, 16 de março de 1926) é um comediante, ator, produtor, diretor e escritor de cinema norte-americano. Iniciou sua carreira artística como parceiro de Dean Martin, formando a dupla cômica que faria grande sucesso no cinema internacional até meados dos anos 50. Divergências na concepção dos filmes e um certo ciúme profissional fizeram com que a dupla se desfizesse em 1956. A partir daí Jerry Lewis tomaria o controle de sua carreira e além de ator, trabalharia também como diretor e produtor de vários de seus filmes, alcançando grandes êxitos de bilheteria e se mantendo como um dos principais astros de Hollywood até 1966. Depois dessa data sua carreira de ator de filmes entraria em declínio. Nos anos 70 Jerry se dedicaria a seus programas na televisão americana, sempre com grande sucesso.
Na versão original, o personagem desastrado de Jerry se transformava em um conquistador de mulheres, na verdade uma paródia de seu antigo parceiro Dean Martin. Em 1976, os dois se reencontrariam em um programa beneficente, por iniciativa de Frank Sinatra. Jerry contaria em uma entrevista a Larry King que se orgulhou de na hora contornar a surpresa e proferir sem querer uma grande tirada: perguntou a Dean se ele estava trabalhando...
Nos anos 80 Jerry Lewis aceitou voltar ao cinema e fazer alguns papéis dramáticos, como em "O Rei da Comédia (BR)" de Martin Scorsese. E também uma participação na série de televisão "Wiseguy" (br.: O Homem da Máfia).
Em 2009, ganhou o Prêmio Jean Hersholt, o Oscar Humanitário, por ter contribuído para a criação da Associação de Distrofia Muscular (http://www.mda.org), no início dos anos 50, e por estar continuando com este trabalho humanitário atualmente. Lewis foi seu presidente nacional a partir de 1952, além de ter sido uns dos fundadores do Teleton.
Filmes que gostaria de destacar aqui que mais gostei entre tantos:
O rei do laço (Pardners), bancando a ama-seca (rock-a-bye baby), sofrendo da bola (the caddy), o terror das mulheres (the ladies man), o professor aloprado (the nutty professor), de caniço e saburá (hook, line and sinker, errado pra cachorro (who is minding the store?), e o melhor na minha opinião o bagunceiro arrumadinho (the disorderly orderly), todos são muito engraçados e maravilhosos, Jerry Lewis é um comediante singular e unico tendo inspirado muitos humorista, realmente ele fez escola no cinema. Dean Martin era aquele que proporcionava a deixa para que Jerry Lewis aprontasse suas confusões, por isso que esta dupla fez tanto sucesso na decada de 60. Jerry lewis pode ser comparado em talento a Charles Chaplin, porque o que Charles Chaplin proporcionou ao cinema mudo com o inesquecivel carlitos Jerry lewis contribui tambem para o cinema falado nas decadas de 40, 50 e 60, realmente marcando uma geração e porque não outras gerações posteriores. Então posso afirmar sem medo de errar que ele é o maior artista vivo na atualidade, deveria receber muito mais homenagens por todo o conjunto de sua obra. Quero aproveitar e mandar um grande abraço a todos os fãs de Jerry Lewis e fiquem a vontade de fazer seus comentários e acrescentar mais alguma coisa que não falei aqui.
Last news about him:
In 1994, the Columbia Pictures film, North featured footage of Lewis's classic movies.
In June 2006, Lewis first announced plans to write and direct a stage musical adaptation of his 1963 film, The Nutty Professor.[15] In October 2008, in an interview on Melbourne radio, Lewis said he had signed composers Marvin Hamlisch[16] and Rupert Holmes to write the show for a Broadway opening in November 2010.[citation needed][17]
In 2009, Lewis traveled to the Cannes Film Festival to announce his return to the screen after a 13 year absence for the film Max Rose[18][19], his first leading role since Martin Scorsese's The King of Comedy.
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Jerry Lewis, nome artístico de Joseph Levitch, (Newark, 16 de março de 1926) é um comediante, ator, produtor, diretor e escritor de cinema norte-americano. Iniciou sua carreira artística como parceiro de Dean Martin, formando a dupla cômica que faria grande sucesso no cinema internacional até meados dos anos 50. Divergências na concepção dos filmes e um certo ciúme profissional fizeram com que a dupla se desfizesse em 1956. A partir daí Jerry Lewis tomaria o controle de sua carreira e além de ator, trabalharia também como diretor e produtor de vários de seus filmes, alcançando grandes êxitos de bilheteria e se mantendo como um dos principais astros de Hollywood até 1966. Depois dessa data sua carreira de ator de filmes entraria em declínio. Nos anos 70 Jerry se dedicaria a seus programas na televisão americana, sempre com grande sucesso.
Na versão original, o personagem desastrado de Jerry se transformava em um conquistador de mulheres, na verdade uma paródia de seu antigo parceiro Dean Martin. Em 1976, os dois se reencontrariam em um programa beneficente, por iniciativa de Frank Sinatra. Jerry contaria em uma entrevista a Larry King que se orgulhou de na hora contornar a surpresa e proferir sem querer uma grande tirada: perguntou a Dean se ele estava trabalhando...
Nos anos 80 Jerry Lewis aceitou voltar ao cinema e fazer alguns papéis dramáticos, como em "O Rei da Comédia (BR)" de Martin Scorsese. E também uma participação na série de televisão "Wiseguy" (br.: O Homem da Máfia).
Em 2009, ganhou o Prêmio Jean Hersholt, o Oscar Humanitário, por ter contribuído para a criação da Associação de Distrofia Muscular (http://www.mda.org), no início dos anos 50, e por estar continuando com este trabalho humanitário atualmente. Lewis foi seu presidente nacional a partir de 1952, além de ter sido uns dos fundadores do Teleton.
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In June 2006, Lewis first announced plans to write and direct a stage musical adaptation of his 1963 film, The Nutty Professor.[15] In October 2008, in an interview on Melbourne radio, Lewis said he had signed composers Marvin Hamlisch[16] and Rupert Holmes to write the show for a Broadway opening in November 2010.[citation needed][17]
In 2009, Lewis traveled to the Cannes Film Festival to announce his return to the screen after a 13 year absence for the film Max Rose[18][19], his first leading role since Martin Scorsese's The King of Comedy.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009
Como observar e entender o que é a presença de uma luz no céu - Tradutor Técnico
Na internet há muitos relatos sobre discos voadores, OVNIs,
bolas de fogo, luz no céu, luz verde, amarela, branca, vermelha e azul e
até mesmo lilás. Muitos relatos são assim:
Em setembro de 1999, me dirigia de motocicleta da cidede de Ibipeba-Ba, para a cidade de Ibititá-Ba, que fica a 10 km de ibipeba.
dei carona a um rapaz que estava indo também para Ibititá, eram aproximadamente 20:00 hs, quando de repente percebemos uma luz à nossa esquerda, parei e observamos por alguns instantes e a luz continuou imóvel, decidi continuar a viagem, e para nossa surpresa a luz começou a viajar ao nosso lado, ela nos acompanhou até a Cidade de Ibititá e desapareçeu, ninguém mais viu esta luz, e até hoje não tenho explicações para o fato.
Agora pouco presenciei um astro completamente não comum na noite. era umas 23:00 quando estava saindo da casa de minha namorada quando ela pediu para eu olhar para o céu. diversas pequenas explosões (na cor vermelha) aconteciam simultâneamente em torno de uma estrela. após 1 minuto aproximadamente as explosões pararam. o astro permaneceu imóvel ao lado de uma estrela por uns 2 minutos. (estava muito vermelho) passado esse tempo, o astro passou a mover-se lentamente para a direita, logo após para minha surpresa
voltou a mover-se em sentido contrário, contrariando por completo a hipótese de ser um avião ou um balão.
após movimentar-se bastante no céu com intervalos irregulares de velocidade, a luz vermelha diminuiu, intensificando uma luz azulada que brilhava com mais intensidade. nesse momento o astro parecia estar mais próximo do que no ínicio da observação. passados 5 a 6 minutos de observação o astro e sua luz desapareceram céu a dentro. não pude registrar nem gravar cena alguma. acredito realmente ter presenciado um fenômeno não comum …
Moro em Ibirubá RS uma cidade com cerca de 20 mil habitantes aproximadamente.No Sábado dia 13 de outubro de 2007 vi acima de um predio uma bola azul que iluminava em se redor.Ela estava pairando em cima do prédio e depois do nada acelerou muito rapidamente e sumiu do nada.Ela deixou um rastro que parecia um fogo mas era azul.
Sou do interior de Goias, Goianésia, na madrugada de sabado para domingo, no dia 30/12/07, aproximadamente as 05:00hs, eu estava tomando banho e quando eu me enrolava na toalha avistei, pela janela do banheiro, uma luz no céu voando lentamente, estava distante, eu fiquei observando para ter certeza de que era um aviao, e fiquei ali ate ela se aproximar mais. Quando ela estava bem mais perto, parou por um instante no céu e começou a brilhar intensamente e aumentar o seu tamanho, me deu um medo, mas continuei observando, ate que voltou ao tamanho normal e continuou voando, entao eu fui pra fora, para ver se algo mais interessante acontecia. Ela continou indo devagar ate desaparecer das minhas vistas.
Moro na cidade de Santo antº da Platina, interior do Paraná.
Ontem (19/01/2008) às 24:30 aproximadamente, eu e meus amigos tinhamos acabado de sair de um aniversário e paramos na casa de um outro amigo perto do local.
Foi quando uma luz verde, com uma calda atrás cortou o céu da nossa pequena cidade. uma luz muito bonita e diferente, naum da pra explicar. ela saiu de perto da lua, ficou enorme, passou e deu uma parada. Na hora achamos que estavamos fikando loucos, tentamos achar uma explicação mais lógica. mas hoje, ao amanhecer tudo se confirmou ao ver que várias pessoa da cidade comentavam o mesmo fato e quem estava mais ao sul viu essa luz diminuir e ficar em forma de objeto como um charuto..
em Florianópolis/SC no ano de 2003. Eram cerca de 21 horas, eu estava falando com meu amigo ao telefone, olhando as estrelas pela janela do meu quarto, quando vi uma luz despontando no morro que foi sutilmente descendo, o que comentei com meu amigo que tinha um avião ou um helicóptero fazendo uma trajetória estranha, descendo pelo morro. De repente, esta luz começou a vir em minha direção, silenciosa, aumentando de tamanho, o que me deixou assustada. Ela brilhava intensamente, viva, com intensos movimentos de cor prateada. Comentei com meu amigo que não era avião ou helicóptero, que era realmente uma luz diferente e que eu estava com medo. Meu amigo pediu que eu ficasse até o fim para verificar o que estava acontecendo, mas não consegui, tive a sensação que iria desintegrar. Foi então que olhei pela última vez, a luz já estava cobrindo o chalé que ficava ao lado da minha casa, dirigindo-se para o terreno baldio de frente para a minha janela, de seu centro saíam feixes de luz lilás
Sábado vimos de nossa casa o objeto “em queda” brilhou muito tempo no céu. Era verde o rastro. No começo pensei que fosse daqueles fogos mas durou muito tempo e pelo que li foi visto de vários lugares.
Esta noite estávamos reunidos na casa de um amigo em seu aniversário e por volta de 00;40 MIN. Vimos uma bola grande parecia até a lua mais aumentada em 10 vezes, uma bola de fogo…de luz sei lá, muito estranho todos se apavoraram,todos a viram estava no céu, estava próxima a um morro. Esta bola parecia que ia vir em nossa direção por uns 10 segundos ela ficou por ali derepente sumiu do nada
São sem duvida relatos muito interessantes e fantasticos, mas na realidade a explicação para tudo isso é muito simples. Muitos destes fenômenos podem ser explicados facilmente. Luz que se movimentam nos céus principalmente ao entardecer, depois que já escureceu são aviões refletindo a luz solar, quando a pessoa não sabe da existência deste fenômeno o cerebro deste pessoa começa a fantasiar aí tudo que a pessoa tem de conhecimento em sua mente de coisas que já viu na televisão e no cinema o cerebro começa a fantasiar e tudo fica tão fantastico que a pessoa acredita que seja um OVNI, mas quando isto acontece e vc sabe o que é, verifica que um efeito banal, não passa de um ligeiro engano dos olhos e a soma da vontade que as pessoas tem de ver algo sobrenatural. este fenômeno de uma estrela se movendo brilhante vejo todos os dias quando esta escurecendo, é bem interessante, é bonito de se ver, geralmente que tem conhecimento de astronomia, que sabe como funciona os mecanismos da atmosfera da terra, dos planetas, cometas, asteróides, estrelas etc não se confunde com estas coisas. outro fenomeno tambem é a bola de fogo, geralmente tambem pode ser um balão meteorologico, avião refletindo a luz do sol, a propria luz do avião, tanto aquela de sinalização como seu proprio farol, helicoptero, existe tambem o fenomeno da "mâe do ouro" que é uma estrela que cai e vai para um determinado local no solo, neste caso o efeito é provocado por gases, relãmpago (existe uma forma rara e especial de relãmpago estudado pela ciência que tem a forma esférica, ele fica pairando no ar em altura relativamente elevada até que desaparece e provocado um grande chiado, pode tambem assumir a forma de uma estrela que risca o sol em forma de charuto, tambem cria um efeito sonoro, tudo isso já presenciei e continuou vendo todos os dias nos céus de minha cidade, muitas vezes olho para cima a noite só para ver estes fenomenos, isto é muito comum e corriqueiro, qualquer um pode vê-los. Experimente vc tambem, aposto que verá isso facilmente, tudo que foi relatado vc verá e não importa a cidade que vc esteja, repito estes fenômenos são comuns em qualquer parte da terra. Não há nada que temer ou achar que é disco voador ou OVNI são apenas fenomenos da natureza ou efeitos especiais provocados pelo sol ou a lua durante a noite. E não esqueça que de dia estes efeitos parecem clarões, luz brancas como um flash devido o vidro de aeronaves refletindo nos olhos do observador. Pela imensidão do universo com bilhões e bilhôes de galáxias e com cada um dessas com trilhões de estrelas e cada estrela tendo 10 planetas ou mais (estimativa) a probabilidade de vida é de 100% em outros planetas, portanto acredito que haja vida na via lactea e nas demais galaxias, e pode ser a mesma que conhecemos aqui, na nossa galáxia sem sombra de duvidas há vários planetas com vida. Um dia descobriremos uma forma de viajar até eles, quando o sol estiver terminando seu ciclo de vida! Bem, pelo menos até lá teremos muito tempo ainda, aproximadamente uns 5 bilhões de anos!!! Abraço a todos
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terça-feira, 23 de junho de 2009
Aulas via MSN e Skype - Tradutor Técnico
por que algumas pessoas tem mais dificuldades em aprender inglês?
Sempre me faço esta pergunta
acho que muita gente tambem já se perguntou
cheguei a conclusão que nada tem a ver com o desenvolvimento intelectual do individuo
pois pessoas inteligentes e com alto Q.I tambem tem dificuldades
o que tem observado ao longo dos anos é que em primeiro lugar
é a falta de interesse
querer aprender algo que não gosta
assim só por obrigação
muitas vezes a criança não gosta de aprender inglês, aí não aprende mesmo
falta de uma meta de ensino, de uma direção sistemática
que leva o aluno a usar todo o seu conhecimento adquirido
abordar apenas temas do gosto do aluno
solucionar suas dúvidas
usar uma linguagem simples e direta
usar inglês sempre que possível sem tradução
mostrar sem muito aprofundamento as diferenças das linguas
como construir frases em ingles e português
ver em que o aluno tem mais dificuldade
valorizar suas potencialidades
conhecer a cultura do aluno e direcionar para isso
nisso quero dizer guiar o aluno em um caminho que ele conhece
ver as coisas que ele gosta, conhecer junto com ele seu mundo pessoal
experimentar e compartilhar de suas experiências
tudo isso faz parte de um bom aprendizado
decorar coisas importantes que o aluno vai precisar mais tarde
não pular etapas, seguir as diretrizes do aprendizado sem avançar muito
e não sair de uma etapa sem que o aluno não esteja completamente inteirado da matéria
estudar com afinco toda a matéria dada
dar condições do aluno pensar e agir por conta própria
discutir o assunto em inglês
fazer palestras, apresentações, painéis, vídeos, literatura inglesa, rádio, musica, cinema, jornal,
teatro, turismo, viagens, etc...enfim há uma infinidade de atividades que ajudam a aprofundar
mais no aprendizado do inglês
no MSN ou Skype, as aulas podem ser dadas com grande sucesso como se estivesse em sala de aula
ou na casa do aluno, é uma aula particular normal.
Já faço isso há muitos anos e vários alunos meus aprenderam inglês definitivamente
muitos precisavam do inglês porque iam viajar p/ o exterior outros por amor ao idioma, queriam aprender, muitos alunos queriam um emprego melhor neste mercado competitivo
muitos para conhecer a cultura norte-americana
muitos alunos queriam entender as letras das musicas que tocam no rádio
outros queriam ler os livros dos escritores ingleses e americanos de sucesso na sua lingua
original, outros queriam fazer intercambio, outro queriam fazer amigos no MSN ou Skype.
Portanto atendo todos estes alunos que gostam de inglês, você pode fazer o mesmo se quiser conhecer mais sobre meu trabalho de ensino de inglês entre em contato comigo terei o grande prazer em atende-lo e sanar todas as suas duvidas sobre o curso de inglês que ofereço aos meus alunos. Esteja a vontade para contatar-me: celinomenezes@gmail.com e MSN:celinomenezes@pop.com.br
CELINO MENEZES é tradutor de inglês técnico e professor particular de inglês com aulas via MSN e Skype, pioneiro na técnica de ensino a distancia através de novas midias tecnologicas.
tradução de inglês técnico
TRADUTOR DE INGLÊS TÉCNICO
celinomenezes@pop.com.br
tradução de inglês -technical english translator -
sou TRADUTOR DE INGLÊS celinomenezes@pop.com.br ou celinomenezes@gmail.com para todas as áreas universitárias inglês/português – português/inglês. também espanhol/português e espanhol/inglês. Orçamento a combinar -Maiores informações ligue: (35) 9945-8512
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especialista em textos de medicina, com vários trabalhos publicados no exterior (área de parasitologia) – criptosporidium e giardia). desde 1992
além de medicina também atuo nas áreas de eletrônica, eletricidade, engenharia, etc
Atualmente estou cobrando R$5,00 (cinco reais) a página traduzida do inglês para o português e R$10,00 (dez reais) do português para o inglês. Por exemplo, se vc tiver 10 páginas para traduzir (10 x R$5,00 = R$50,00) OK. Estou no mercado de traduções técnicas desde 1990 e atualmente estou atingindo a incrível marca de 20 mil páginas traduzidas. Maiores informações entre em contato comigo. Obrigado.
Sempre me faço esta pergunta
acho que muita gente tambem já se perguntou
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pois pessoas inteligentes e com alto Q.I tambem tem dificuldades
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é a falta de interesse
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assim só por obrigação
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ver em que o aluno tem mais dificuldade
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conhecer a cultura do aluno e direcionar para isso
nisso quero dizer guiar o aluno em um caminho que ele conhece
ver as coisas que ele gosta, conhecer junto com ele seu mundo pessoal
experimentar e compartilhar de suas experiências
tudo isso faz parte de um bom aprendizado
decorar coisas importantes que o aluno vai precisar mais tarde
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segunda-feira, 22 de junho de 2009
Celino Menezes - Tradutor de Inglês Técnico
O papel do meio-ambiente na ecologia evolucionária das interações parasita-hospedeiro, relatório de reunião, Paris, França - 5 de dezembro de 2007.
1. introdução
Há muito se reconhece que a expressão das características quantitativas é diferente dependendo do meio-ambiente (Falconer, 1952). Se os traços que afetam o condicionamento físico são expressos de forma diferente em ambientes diversos, isto poderia levar as alterações na direção e resistência da seleção destas características. Se o sinal e a magnitude das diferenças do condicionamento físico entre os genótipos mudar com o ambiente (as denominadas interações (G x E) genótipo-genótipo), isto poderia promover a co-ocorrência de diferentes genótipos através da seleção heterogênea (Gillespie and Turelli, 1989; Byers, 2005). Durante os últimos anos, a aplicação desta idéia aos sistemas parasita-hospedeiro criou um certo problema com relação ao papel da variação ambiental na expressão dos traços envolvidos na infecção (Ferguson and Read, 2002; Mitchell et al., 2005; Lambrechts et al., 2006a; Salvaudon et al., 2007), e sobre o impacto geral que a seleção dependente do contexto pode ter no processo de co-evolução (Thompson, 1994, 1999). O ambiente dos parasitos é compostos de muitos fatores. primeiro, o genótipo do hospedeiro pode ser considerado um “ambiente” em que o parasita deve sobreviver, e as interações entre os genótipos do parasita e do hospedeiro (interações G x G) resultam no controle compartilhado das características epidemiológicas pelo hospedeiro e o parasita, com as implicações para as trajetórias evolucionárias de virulência e resistência (Restif and Koella, 2003; Lambrechts et al., 2006b; Salvaudon et al., 2007). além disso, vários fatores bióticos e abióticos poderão afetar a expressão das características do hospedeiro e do parasita, por sua vez promovendo um outro nível de complexidade (interações G x G x E). Quais são as conseqüências desta complexidade? Partindo do pontos de vista da genética quantitativa padrão, a eficiência da seleção sobre os genótipos do parasita e do hospedeiro dependerá da variância genética expressa, e esta expressão de variância é conhecida por ser dependente do meio-ambiente (Falconer, 1981). Consequentemente, a variação ambiental poderá influenciar a intensidade da co-evolução, potencialmente criando pontos quentes e frios evolucionários em diferentes ambientes (Thompson, 1994, 1999). Alem disso, a seleção poderá favorecer diferentes genótipos do parasita e do hospedeiro (combinações) em diversos ambientes, assim formando a distribuição geográfica de diversidade genética e os padrões de adaptação local no hospedeiro e parasita. Um forte impacto do ambiente poderá até mesmo alterar as trajetórias co-evolucionárias, por sua vez gerando diferentes pontos favoráveis evolucionários para ataque e defesa (Hochberg and van Baalen, 1998) ou mudando a natureza da interação (ex, de mutualística a antagonística). Neste contexto, é importante lembrar que a evolução é um processo a nível de população e que o efeito da seleção depende de vários aspectos da genética populacional, como o tamanho da população, estrutura espacial ou migração, tudo isso é potencialmente influenciado pelas condições ambientais.
apesar do crescente numero de exemplos de sistemas parasita-hospedeiro em laboratório indicando a ocorrência de interações dependentes de ambiente, sua importância em mudar a resistência e a direção da seleção no campo ainda permanece obscuro. Desta forma, talvez a questão mais desafiante é perguntar o quão as interações do genótipo são robustas contra a variação ambiental no ambiente selvagem: “E” em G x G x E realmente importa? as respostas a esta pergunta não fornecerão apenas perspectivas importantes no processo co-evolucionário e a causa de manutenção da diversidade genética, mas também a matéria a partir de uma perspectiva aplicada. De fato, sendo capaz de prever o destino dos genótipos ou genes específicos (ex, os genes introduzidos de resistência ) nos ambientes variáveis é de extrema importância para os programas de controle de doenças. O encontro de 1 dia (5 de dezembro de 2007), organizado por e Laboratoire de Parasitologie evolutive (Universite ´ Pierre & Marie Curie, Paris, France) e Laboratoire Ecologie, Systematique et Evolution (Universite ´ Paris-Sud 11–CNRS, France), trouxe conjuntamente pesquisadores dos EUA e da Europa, trabalhando em uma variedade de sistemas microbianos, animais e vegetais, para discutir o papel do meio-ambiente sobre a ecologia evolucionária das interações parasita-hospedeiro. segue o relatório sobre os procedimentos desta reunião.
2. resumo das apresentações
O encontro foi dividido em 2 sessões, cada uma foi concluída com uma discussão geral. A sessão da manhã focalizou no processo co-evolucionário e como os estudos experimentais podem contribuir para o entendimento da evolução nos ambientes variáveis. Michael Hochberg (da Universidade de Montpellier) enfatizou a importância de se considerar a variação no processos ecológicos descreveu uma abordagem de co-evolução experimental com o uso do sistema parasita-hospedeiro Pseudomonas fluorescens-fago phi2 (Buckling and Rainey, 2002), ele explorou como os níveis de variação de distúrbio poderiam afetar a evolução da resistência aos parasitos Seus achados indicaram que os níveis mais elevados de resistência ocorrem em níveis intermediários de níveis, presumidamente por causa da força de infecção ser maior nos níveis intermediários. Fabrice Vavre (da Universidade de Lyon) continuou a sessão discutindo o trabalho de vários sistemas de insetos onde estão presentes os simbiontes bacterianos verticalmente transmitidos (entre estes Wolbachia). Ele descreveu que o trabalho que mostra o custo das infecções Wolbachia e a carga bacteriana não é apenas dependente da temperatura (Mouton et al., 2006) mas as vezes depende das combinações especificas dos genótipos de Wolbachia que estão presentes e no genótipo do hospedeiro (Mouton et al., 2004; Mouton et al., 2007). Mais geralmente, demonstrou-se que a co-ocorrência de diferente genótipos ou espécies de simbiontes nas mesmas espécies de hospedeiro era diferente da aleatória. Isto sugere que a presença de um simbionte particular cria um fenótipo prolongado do hospedeiro que protege o hospedeiro de uma infecção por outros simbiontes, de ataque de outros inimigos (Oliver et al., 2003) ou permitindo a extensão do nicho do hospedeiro (Tsuchida et al., 2004). Isto foi acompanhado por um exemplo de como a variação ambiental pode ser um importante fator quando aplicado aos sistemas agrícolas. Mamadou Mboup (INRA-AGROPAR- ITECH, Grignon) falou de seu trabalho sobre a ferrugem amarela, doença patogênica do trigo causada por Puccinia striiformis. Na França, este patógeno apresenta uma estrutura geográfica, com alguns isolados que existem apenas no norte ou só no sul. Os experimentos de controle realizados no campo e em estufas revelaram variação dependente da temperatura na germinação e nos índices de infecção entre os patótipos, propensos a conferirem a vantagem seletiva dos patótipos da parte sul às temperaturas mais elevadas do sul. De forma contrario, os patótipos do sul não são encontrados no norte porque não infectam os cultivares de trigo da região norte.
A palestra da manhã terminou com Pedro Vale da Universidade de Edinburgo descrevendo o trabalho do crustáceo de água doce Daphnia magna e seu parasita bacteriano, Pasteuria ramosa, que ocorre de forma natural na natureza. Nos experimentos que incluíram a variação genética do parasita e hospedeiro e a variação termal, ele demonstrou evidência para os custos dependentes da temperatura do parasitismo e para a presença de interações G x G para a infectividade e as interações G x E para o estagio de transmissão do parasita e o período de morte do hospedeiro. embora não houvesse evidência nestes experimentos que as interações G x G x E ocorreram (i.e, padrões de infectividade eram geralmente robustos a variação ambiental), a variação no numero dos esporos do estagio de transmissão produzidos poderia alterar os níveis de infectividade nos ciclos de infecção subseqüente, a medida que a dose de esporos afeta a infectividade deste sistema. A palestra realizada na sessão da tarde teve como foco principal a discussão sobre como integrar as flutuações ambientais nos modelos teóricos da evolução do parasita e do hospedeiro. curiosamente, apenas 2 dos 5 palestrantes descreveram o trabalho empregando o modelo matemático. Isto possivelmente é um reflexo de como as ferramentas teóricas para o estudo destes efeitos ainda se desenvolvem tão lentamente para a evidência experimental. Olivier Restif da Universidade de Cambridge se referiu a este problema, dizendo que tradicionalmente, as interações ecológicas como a competição, predação e parasitismo tem sido estudadas separadamente e assim tem suas próprias estruturas teóricas. ele tentou integrar pelo menos 2 destas interações (competição e parasitismo) ao desenvolver um modelo em que os hospedeiros variassem em sua resistência (probabilidade reduzida de ficarem infectados) e tolerância (redução nos efeitos prejudiciais da infecção) sob níveis variáveis de migração e fragmentação. demonstrou também como esta abordagem poderia ser útil para entender sob quais condições podemos esperar que coexista a variação na resistência e tolerância. com base nos modelos existentes de competição mediada pelos parasitas (Miller et al., 2005), ele sugeriu que a coexistência dependia fortemente do grau de fragmentação da população de hospedeiros. entretanto, quando as mesmas questões foram investigadas com simulações estocásticas, a dinâmica transitória associada as pequenas populações modificou o resultado da competição na presença de um parasita compartilhado. isto ilustra a grande importância da metodologia empregando modelos. Benjamin Roche do Institut de Recherche pour le De´veloppe-ment, Montpellier também apresentou uma modelo matemático para elucidar as rotas de transmissão mais prováveis da influenza aviaria. ele estabeleceu a hipótese que a transmissão hídrica era rota de transmissão provável e sustentou esta afirmação ao apresentar dados coletadas de populações de aves do sul da França para o modelo epidemiológico SIR susceptível-infectado-removido, em que ele incorporou uma classe a mais de transmissão hídrica.
O restante dos palestrantes descreveu os resultados dos sistemas experimentais. Peter Tiffin da universidade de Minnesota apresentou um interessante twist ao descrever uma interação G x G x E não no sistema parasita-hospedeiro mas no mutualismo de legume – Rizóbio. A partir da perspectiva da planta, os rizóbios são benéficos porque fornecem nitrogênio a planta mas o mutualismo envolve o custo do carvão necessário para manter o rizóbio. Ele argumentou que a dinâmica instável observada na co-evolução dos antagonistas entre os parasitas e os hospedeiros poderia ser esperada também nos mutualismos se os genótipos de rizóbio sub0optimal são comuns e os hospedeiros das plantas se desenvolvem para se associarem de preferencia com os genótipos de rizóbio que são mais benéficos. Os experimentos descritos por ele com o sistema m edicae Medicagi truncatula-sinorhizobium variável apresentou evidencias para as interações G x G. alem disso, as inoculações mistas pelos 2 genótipos sinorhizobium eram mais dispendiosas para o hospedeiro que as inoculações individuais, mas apenas quando era adicionado nitrogênio ao solo – indicando que a seleção que age nas espécies envolvidas no mutualismo depende do meio-ambiente abiótico e biótico (Heath e Tiffin, 2007).
Richard Preziosi da Universidade de Manchester empregou a genética comunitária para estudar a interação da cevada e afídeos na ausência e presença das bactérias rhizosfera. A genética comunitária tem como objetivo assegurar como a variação genética em uma espécie afeta outras espécies na comunidade. Dentro desta estrutura ele forneceu um exemplo posterior das interações G x G e em um exemplo, estas explicaram quase 40% da variação na condição física do hospedeiro (Tetard-Jones et al, 2007). R. Preziosi enfatizou a necessidade de se quantificar os efeitos destas interações se tivermos uma perspectiva de sua relevancia no meio selvagem.
Por ultimo, Oliver Kaltz da Universidade Pierre e Marie Curie, paris) também descreveu um trabalho experimental conduzido pelo seu grupo de pesquisa. Ele fez a pergunta: “e se os parasitas e os hospedeiros tiverem temperatura favorável diferente?” ele respondeu com o modelo consistindo-se de um protozoário paramecium caudatum e seu parasita bacteriano Holospora undulata. Ao conduzir as infeções experimentais na temperatura de 23 e 35ºC, ele descobriu que a infecção aumentava a sobrevivência do hospedeiro em temperatura alta, possivelmente devido a expressão excessiva induzida pelo parasita das proteínas de choque de calor. Entretanto, nas populações experimentais, a prevalência rapidamente declinou em 35,8ºC, indicando que o parasita não pode sobreviver nesta temperatura. Apesar destes efeitos gerais, a quantidade de variação genética na tolerância expressa no hospedeiro variou entre as temperaturas, indicando que a força da seleção poderia ser dependente do meio-ambiente.
Discussões e perspectivas
Esta reunião criou um forum para estimular a discussão com respeito a relevância das interações entre os genótipos e o meio-ambiente nos sistemas parasita-hospedeiro. Um aspecto positivo era a presença de pesquisadores que trabalham em um amplo espectro de interações - dos mutualistas aos parasitas obrigatorios killing – em ambos os sistemas de animais e de plantas. Reunindo este “know how” diverso para enfatizar que as interações G x G e G x E são ubíquos nos sistemas parasita-hospedeiro, pelo menos quando avaliadas nos locais experimentais. Abaixo destacamos algumas das questões dirigidas durante as sessões de discussão aberta.
A variação ambiental afeta os resultados co-evolucionários?
Ainda não se sabe se as interações entre os genótipos e o ambiente são fatores importantes que levam a evolução das relações hospedeiro –parasita, introduzindo certa variação na expressão das características, mas não o bastante para superar os efeitos principais dos genótipos. De fato, se o contraste na forma física afeta devido a variação ambiental não ser grande, isto reduziria a relevância destas interações afetando o processo co-evolucionário, questionaria sua importância na manutenção da variação genética (Maynard Smith e Hoeskra, 1980; Gillespite e Turelli, 1989; Byers, 2005). A opinião geral era que qualquer tentativa de responder a esta pergunta ia precisar de mais amostragem das populações naturais a fim de se obter informação sobre os níveis da variação genética dos traços envolvidos no processo infeccioso. Isto pode ser complementado pela evolução experimental que examina as hipóteses especificas sobre como a co-evolução poderia ser afetada pela variação ambiental, e o uso dos modelos são instrumentais na geração das hipóteses testáveis.
Testando o efeito da variação ambiental sobre a co-evolução.
Fora a identificação dos genótipos, o desafio das populações naturais é igualmente identificar os fatores ambientais relevantes na realização dos experimentos adequados para validar seus efeitos. A evolução experimental fornece uma abordagem para se dirigir ao papel do meio-ambiente. Ao manipular os fatores relevantes nos microcosmos experimentais, podemos explorar o impacto das condições ambientais sobre a mudança co-evolucionária em tempo real. Entretanto, geralmente se concorda que esta abordagem eventualmente muito poderosa possui, não obstante, limites importantes. Enquanto que pode nos ajudar a produzir hipóteses ou validar predições especificas dos modelos teóricos, permanece restritas aos modelos particulares e as comunidades experimentais simples. Simplesmente identificando que características são expressas de forma diversa em ambientes diferentes apenas nos diz que podem ocorrer as interações G x E, mas sem quantificar os efeitos destas interações nas populações naturais podemos dizer pouco sobre como ou se alterarão os resultados evolucionários. Assim, evidentemente, a evolução experimental não pode substituir os estudos das interações G x G x E nas populações naturais. Assim, P. Tiffin aumenta o potencial para o teste se houver alteração dos custos e benefícios relativos no mutualismo de Medicago-Sinorhizobium ao examinar as populações que se desenvolvem nos ambientes com diferentes níveis de disponibilidade N abiotica – como aquelas próximas e distantes das plantações. O estudo da variação ambiental e a medição dos coeficientes de seleção nas populações naturais ainda apresenta um desafio formidável.
3.3. como a variação espaço temporal ambiental afeta os processos co-evolucionários?
Muitos fatores poderiam modificar os efeitos da co-evolução parasita-hospedeiro nas interações G x G x E e vários palestrantes ressaltaram o papel importante da estrutura espacial explicita e a variação temporal. Em particular, o fluxo genético devido a migração poderia perturbar a adaptação ao meio-ambiente local, ou tornar difícil identificar as adaptações aos ambientes específicos, assim aumentando a escala espacial dos estudos de campo necessários para identificar as interações G x E. isto se relaciona diretamente a questão de se fazer distinção da escala espacial em que ocorre a variação ambiental (ex: microclima na vizinhança imediata de uma planta x temperatura media regional). A relevância da escala temporal considerada das flutuações foi também discutida. Geralmente, se o ambiente sofre variação muito rápida (variação diária de temperatura, por exemplo) então não poderia haver tempo suficiente para a seleção a fim de produzir adaptações especificas a qualquer condição ambiental. Em tais casos, em vez de manter a variação genética através da seleção heterogênea, isto poderia selecionar a plasticidade fenotípica e as estratégias generalistas. O que isto significa em termos de interações parasita-hospedeiro ainda não se sabe. Ao que sabemos, ninguém integrou de forma explicita as flutuações ambientais na estrutura teórica da co-evolução parasita-hospedeiro.
3.4. implicações para a saúde e doença
A importância das interações entre os genótipos do parasita e hospedeiro e seu ambiente não é apenas importante para nosso entendimento de evolução, mas poderia também ter conseqüências para as políticas de saúde. Desta forma, enfatiza a necessidade de considerar o papel da homogeneidade – genética e meio-ambiente – nos sistemas parasita-hospedeiro. De fato, se os resultados da infecção forem estratégias de intervenção anti-parasítica dependente do contexto poderiam ser impedidos quando fosse levada em consideração a variação ambiental no ambiente selvagem.
REFERENCIAS
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1. introdução
Há muito se reconhece que a expressão das características quantitativas é diferente dependendo do meio-ambiente (Falconer, 1952). Se os traços que afetam o condicionamento físico são expressos de forma diferente em ambientes diversos, isto poderia levar as alterações na direção e resistência da seleção destas características. Se o sinal e a magnitude das diferenças do condicionamento físico entre os genótipos mudar com o ambiente (as denominadas interações (G x E) genótipo-genótipo), isto poderia promover a co-ocorrência de diferentes genótipos através da seleção heterogênea (Gillespie and Turelli, 1989; Byers, 2005). Durante os últimos anos, a aplicação desta idéia aos sistemas parasita-hospedeiro criou um certo problema com relação ao papel da variação ambiental na expressão dos traços envolvidos na infecção (Ferguson and Read, 2002; Mitchell et al., 2005; Lambrechts et al., 2006a; Salvaudon et al., 2007), e sobre o impacto geral que a seleção dependente do contexto pode ter no processo de co-evolução (Thompson, 1994, 1999). O ambiente dos parasitos é compostos de muitos fatores. primeiro, o genótipo do hospedeiro pode ser considerado um “ambiente” em que o parasita deve sobreviver, e as interações entre os genótipos do parasita e do hospedeiro (interações G x G) resultam no controle compartilhado das características epidemiológicas pelo hospedeiro e o parasita, com as implicações para as trajetórias evolucionárias de virulência e resistência (Restif and Koella, 2003; Lambrechts et al., 2006b; Salvaudon et al., 2007). além disso, vários fatores bióticos e abióticos poderão afetar a expressão das características do hospedeiro e do parasita, por sua vez promovendo um outro nível de complexidade (interações G x G x E). Quais são as conseqüências desta complexidade? Partindo do pontos de vista da genética quantitativa padrão, a eficiência da seleção sobre os genótipos do parasita e do hospedeiro dependerá da variância genética expressa, e esta expressão de variância é conhecida por ser dependente do meio-ambiente (Falconer, 1981). Consequentemente, a variação ambiental poderá influenciar a intensidade da co-evolução, potencialmente criando pontos quentes e frios evolucionários em diferentes ambientes (Thompson, 1994, 1999). Alem disso, a seleção poderá favorecer diferentes genótipos do parasita e do hospedeiro (combinações) em diversos ambientes, assim formando a distribuição geográfica de diversidade genética e os padrões de adaptação local no hospedeiro e parasita. Um forte impacto do ambiente poderá até mesmo alterar as trajetórias co-evolucionárias, por sua vez gerando diferentes pontos favoráveis evolucionários para ataque e defesa (Hochberg and van Baalen, 1998) ou mudando a natureza da interação (ex, de mutualística a antagonística). Neste contexto, é importante lembrar que a evolução é um processo a nível de população e que o efeito da seleção depende de vários aspectos da genética populacional, como o tamanho da população, estrutura espacial ou migração, tudo isso é potencialmente influenciado pelas condições ambientais.
apesar do crescente numero de exemplos de sistemas parasita-hospedeiro em laboratório indicando a ocorrência de interações dependentes de ambiente, sua importância em mudar a resistência e a direção da seleção no campo ainda permanece obscuro. Desta forma, talvez a questão mais desafiante é perguntar o quão as interações do genótipo são robustas contra a variação ambiental no ambiente selvagem: “E” em G x G x E realmente importa? as respostas a esta pergunta não fornecerão apenas perspectivas importantes no processo co-evolucionário e a causa de manutenção da diversidade genética, mas também a matéria a partir de uma perspectiva aplicada. De fato, sendo capaz de prever o destino dos genótipos ou genes específicos (ex, os genes introduzidos de resistência ) nos ambientes variáveis é de extrema importância para os programas de controle de doenças. O encontro de 1 dia (5 de dezembro de 2007), organizado por e Laboratoire de Parasitologie evolutive (Universite ´ Pierre & Marie Curie, Paris, France) e Laboratoire Ecologie, Systematique et Evolution (Universite ´ Paris-Sud 11–CNRS, France), trouxe conjuntamente pesquisadores dos EUA e da Europa, trabalhando em uma variedade de sistemas microbianos, animais e vegetais, para discutir o papel do meio-ambiente sobre a ecologia evolucionária das interações parasita-hospedeiro. segue o relatório sobre os procedimentos desta reunião.
2. resumo das apresentações
O encontro foi dividido em 2 sessões, cada uma foi concluída com uma discussão geral. A sessão da manhã focalizou no processo co-evolucionário e como os estudos experimentais podem contribuir para o entendimento da evolução nos ambientes variáveis. Michael Hochberg (da Universidade de Montpellier) enfatizou a importância de se considerar a variação no processos ecológicos descreveu uma abordagem de co-evolução experimental com o uso do sistema parasita-hospedeiro Pseudomonas fluorescens-fago phi2 (Buckling and Rainey, 2002), ele explorou como os níveis de variação de distúrbio poderiam afetar a evolução da resistência aos parasitos Seus achados indicaram que os níveis mais elevados de resistência ocorrem em níveis intermediários de níveis, presumidamente por causa da força de infecção ser maior nos níveis intermediários. Fabrice Vavre (da Universidade de Lyon) continuou a sessão discutindo o trabalho de vários sistemas de insetos onde estão presentes os simbiontes bacterianos verticalmente transmitidos (entre estes Wolbachia). Ele descreveu que o trabalho que mostra o custo das infecções Wolbachia e a carga bacteriana não é apenas dependente da temperatura (Mouton et al., 2006) mas as vezes depende das combinações especificas dos genótipos de Wolbachia que estão presentes e no genótipo do hospedeiro (Mouton et al., 2004; Mouton et al., 2007). Mais geralmente, demonstrou-se que a co-ocorrência de diferente genótipos ou espécies de simbiontes nas mesmas espécies de hospedeiro era diferente da aleatória. Isto sugere que a presença de um simbionte particular cria um fenótipo prolongado do hospedeiro que protege o hospedeiro de uma infecção por outros simbiontes, de ataque de outros inimigos (Oliver et al., 2003) ou permitindo a extensão do nicho do hospedeiro (Tsuchida et al., 2004). Isto foi acompanhado por um exemplo de como a variação ambiental pode ser um importante fator quando aplicado aos sistemas agrícolas. Mamadou Mboup (INRA-AGROPAR- ITECH, Grignon) falou de seu trabalho sobre a ferrugem amarela, doença patogênica do trigo causada por Puccinia striiformis. Na França, este patógeno apresenta uma estrutura geográfica, com alguns isolados que existem apenas no norte ou só no sul. Os experimentos de controle realizados no campo e em estufas revelaram variação dependente da temperatura na germinação e nos índices de infecção entre os patótipos, propensos a conferirem a vantagem seletiva dos patótipos da parte sul às temperaturas mais elevadas do sul. De forma contrario, os patótipos do sul não são encontrados no norte porque não infectam os cultivares de trigo da região norte.
A palestra da manhã terminou com Pedro Vale da Universidade de Edinburgo descrevendo o trabalho do crustáceo de água doce Daphnia magna e seu parasita bacteriano, Pasteuria ramosa, que ocorre de forma natural na natureza. Nos experimentos que incluíram a variação genética do parasita e hospedeiro e a variação termal, ele demonstrou evidência para os custos dependentes da temperatura do parasitismo e para a presença de interações G x G para a infectividade e as interações G x E para o estagio de transmissão do parasita e o período de morte do hospedeiro. embora não houvesse evidência nestes experimentos que as interações G x G x E ocorreram (i.e, padrões de infectividade eram geralmente robustos a variação ambiental), a variação no numero dos esporos do estagio de transmissão produzidos poderia alterar os níveis de infectividade nos ciclos de infecção subseqüente, a medida que a dose de esporos afeta a infectividade deste sistema. A palestra realizada na sessão da tarde teve como foco principal a discussão sobre como integrar as flutuações ambientais nos modelos teóricos da evolução do parasita e do hospedeiro. curiosamente, apenas 2 dos 5 palestrantes descreveram o trabalho empregando o modelo matemático. Isto possivelmente é um reflexo de como as ferramentas teóricas para o estudo destes efeitos ainda se desenvolvem tão lentamente para a evidência experimental. Olivier Restif da Universidade de Cambridge se referiu a este problema, dizendo que tradicionalmente, as interações ecológicas como a competição, predação e parasitismo tem sido estudadas separadamente e assim tem suas próprias estruturas teóricas. ele tentou integrar pelo menos 2 destas interações (competição e parasitismo) ao desenvolver um modelo em que os hospedeiros variassem em sua resistência (probabilidade reduzida de ficarem infectados) e tolerância (redução nos efeitos prejudiciais da infecção) sob níveis variáveis de migração e fragmentação. demonstrou também como esta abordagem poderia ser útil para entender sob quais condições podemos esperar que coexista a variação na resistência e tolerância. com base nos modelos existentes de competição mediada pelos parasitas (Miller et al., 2005), ele sugeriu que a coexistência dependia fortemente do grau de fragmentação da população de hospedeiros. entretanto, quando as mesmas questões foram investigadas com simulações estocásticas, a dinâmica transitória associada as pequenas populações modificou o resultado da competição na presença de um parasita compartilhado. isto ilustra a grande importância da metodologia empregando modelos. Benjamin Roche do Institut de Recherche pour le De´veloppe-ment, Montpellier também apresentou uma modelo matemático para elucidar as rotas de transmissão mais prováveis da influenza aviaria. ele estabeleceu a hipótese que a transmissão hídrica era rota de transmissão provável e sustentou esta afirmação ao apresentar dados coletadas de populações de aves do sul da França para o modelo epidemiológico SIR susceptível-infectado-removido, em que ele incorporou uma classe a mais de transmissão hídrica.
O restante dos palestrantes descreveu os resultados dos sistemas experimentais. Peter Tiffin da universidade de Minnesota apresentou um interessante twist ao descrever uma interação G x G x E não no sistema parasita-hospedeiro mas no mutualismo de legume – Rizóbio. A partir da perspectiva da planta, os rizóbios são benéficos porque fornecem nitrogênio a planta mas o mutualismo envolve o custo do carvão necessário para manter o rizóbio. Ele argumentou que a dinâmica instável observada na co-evolução dos antagonistas entre os parasitas e os hospedeiros poderia ser esperada também nos mutualismos se os genótipos de rizóbio sub0optimal são comuns e os hospedeiros das plantas se desenvolvem para se associarem de preferencia com os genótipos de rizóbio que são mais benéficos. Os experimentos descritos por ele com o sistema m edicae Medicagi truncatula-sinorhizobium variável apresentou evidencias para as interações G x G. alem disso, as inoculações mistas pelos 2 genótipos sinorhizobium eram mais dispendiosas para o hospedeiro que as inoculações individuais, mas apenas quando era adicionado nitrogênio ao solo – indicando que a seleção que age nas espécies envolvidas no mutualismo depende do meio-ambiente abiótico e biótico (Heath e Tiffin, 2007).
Richard Preziosi da Universidade de Manchester empregou a genética comunitária para estudar a interação da cevada e afídeos na ausência e presença das bactérias rhizosfera. A genética comunitária tem como objetivo assegurar como a variação genética em uma espécie afeta outras espécies na comunidade. Dentro desta estrutura ele forneceu um exemplo posterior das interações G x G e em um exemplo, estas explicaram quase 40% da variação na condição física do hospedeiro (Tetard-Jones et al, 2007). R. Preziosi enfatizou a necessidade de se quantificar os efeitos destas interações se tivermos uma perspectiva de sua relevancia no meio selvagem.
Por ultimo, Oliver Kaltz da Universidade Pierre e Marie Curie, paris) também descreveu um trabalho experimental conduzido pelo seu grupo de pesquisa. Ele fez a pergunta: “e se os parasitas e os hospedeiros tiverem temperatura favorável diferente?” ele respondeu com o modelo consistindo-se de um protozoário paramecium caudatum e seu parasita bacteriano Holospora undulata. Ao conduzir as infeções experimentais na temperatura de 23 e 35ºC, ele descobriu que a infecção aumentava a sobrevivência do hospedeiro em temperatura alta, possivelmente devido a expressão excessiva induzida pelo parasita das proteínas de choque de calor. Entretanto, nas populações experimentais, a prevalência rapidamente declinou em 35,8ºC, indicando que o parasita não pode sobreviver nesta temperatura. Apesar destes efeitos gerais, a quantidade de variação genética na tolerância expressa no hospedeiro variou entre as temperaturas, indicando que a força da seleção poderia ser dependente do meio-ambiente.
Discussões e perspectivas
Esta reunião criou um forum para estimular a discussão com respeito a relevância das interações entre os genótipos e o meio-ambiente nos sistemas parasita-hospedeiro. Um aspecto positivo era a presença de pesquisadores que trabalham em um amplo espectro de interações - dos mutualistas aos parasitas obrigatorios killing – em ambos os sistemas de animais e de plantas. Reunindo este “know how” diverso para enfatizar que as interações G x G e G x E são ubíquos nos sistemas parasita-hospedeiro, pelo menos quando avaliadas nos locais experimentais. Abaixo destacamos algumas das questões dirigidas durante as sessões de discussão aberta.
A variação ambiental afeta os resultados co-evolucionários?
Ainda não se sabe se as interações entre os genótipos e o ambiente são fatores importantes que levam a evolução das relações hospedeiro –parasita, introduzindo certa variação na expressão das características, mas não o bastante para superar os efeitos principais dos genótipos. De fato, se o contraste na forma física afeta devido a variação ambiental não ser grande, isto reduziria a relevância destas interações afetando o processo co-evolucionário, questionaria sua importância na manutenção da variação genética (Maynard Smith e Hoeskra, 1980; Gillespite e Turelli, 1989; Byers, 2005). A opinião geral era que qualquer tentativa de responder a esta pergunta ia precisar de mais amostragem das populações naturais a fim de se obter informação sobre os níveis da variação genética dos traços envolvidos no processo infeccioso. Isto pode ser complementado pela evolução experimental que examina as hipóteses especificas sobre como a co-evolução poderia ser afetada pela variação ambiental, e o uso dos modelos são instrumentais na geração das hipóteses testáveis.
Testando o efeito da variação ambiental sobre a co-evolução.
Fora a identificação dos genótipos, o desafio das populações naturais é igualmente identificar os fatores ambientais relevantes na realização dos experimentos adequados para validar seus efeitos. A evolução experimental fornece uma abordagem para se dirigir ao papel do meio-ambiente. Ao manipular os fatores relevantes nos microcosmos experimentais, podemos explorar o impacto das condições ambientais sobre a mudança co-evolucionária em tempo real. Entretanto, geralmente se concorda que esta abordagem eventualmente muito poderosa possui, não obstante, limites importantes. Enquanto que pode nos ajudar a produzir hipóteses ou validar predições especificas dos modelos teóricos, permanece restritas aos modelos particulares e as comunidades experimentais simples. Simplesmente identificando que características são expressas de forma diversa em ambientes diferentes apenas nos diz que podem ocorrer as interações G x E, mas sem quantificar os efeitos destas interações nas populações naturais podemos dizer pouco sobre como ou se alterarão os resultados evolucionários. Assim, evidentemente, a evolução experimental não pode substituir os estudos das interações G x G x E nas populações naturais. Assim, P. Tiffin aumenta o potencial para o teste se houver alteração dos custos e benefícios relativos no mutualismo de Medicago-Sinorhizobium ao examinar as populações que se desenvolvem nos ambientes com diferentes níveis de disponibilidade N abiotica – como aquelas próximas e distantes das plantações. O estudo da variação ambiental e a medição dos coeficientes de seleção nas populações naturais ainda apresenta um desafio formidável.
3.3. como a variação espaço temporal ambiental afeta os processos co-evolucionários?
Muitos fatores poderiam modificar os efeitos da co-evolução parasita-hospedeiro nas interações G x G x E e vários palestrantes ressaltaram o papel importante da estrutura espacial explicita e a variação temporal. Em particular, o fluxo genético devido a migração poderia perturbar a adaptação ao meio-ambiente local, ou tornar difícil identificar as adaptações aos ambientes específicos, assim aumentando a escala espacial dos estudos de campo necessários para identificar as interações G x E. isto se relaciona diretamente a questão de se fazer distinção da escala espacial em que ocorre a variação ambiental (ex: microclima na vizinhança imediata de uma planta x temperatura media regional). A relevância da escala temporal considerada das flutuações foi também discutida. Geralmente, se o ambiente sofre variação muito rápida (variação diária de temperatura, por exemplo) então não poderia haver tempo suficiente para a seleção a fim de produzir adaptações especificas a qualquer condição ambiental. Em tais casos, em vez de manter a variação genética através da seleção heterogênea, isto poderia selecionar a plasticidade fenotípica e as estratégias generalistas. O que isto significa em termos de interações parasita-hospedeiro ainda não se sabe. Ao que sabemos, ninguém integrou de forma explicita as flutuações ambientais na estrutura teórica da co-evolução parasita-hospedeiro.
3.4. implicações para a saúde e doença
A importância das interações entre os genótipos do parasita e hospedeiro e seu ambiente não é apenas importante para nosso entendimento de evolução, mas poderia também ter conseqüências para as políticas de saúde. Desta forma, enfatiza a necessidade de considerar o papel da homogeneidade – genética e meio-ambiente – nos sistemas parasita-hospedeiro. De fato, se os resultados da infecção forem estratégias de intervenção anti-parasítica dependente do contexto poderiam ser impedidos quando fosse levada em consideração a variação ambiental no ambiente selvagem.
REFERENCIAS
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especialista em textos de medicina, com vários trabalhos publicados no exterior (área de parasitologia) - criptosporidium e giardia). desde 1992
além de medicina também atuo nas áreas de eletrônica, eletricidade, engenharia, etc
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